Enfrentando a Enfermidade

 
 
 
Autoria do Reverendo Romeu Maluhy, pastor da Igreja Presbiteriana

Publicação autorizada pelo Presbítero Romeu Maluhy Junior, pastor e epíscopo

Agradecimentos de Universal Assembléia da Santa Aliança Cristã

Presbítero Jailson Pereira, apóstolo e epíscopo
 
 
 
I – ENFRENTANDO A ENFERMIDADE
 
 
 
JOÃO 11:3-4 “Mandaram-lhe, pois, suas irmãs dizer: Senhor, eis que está enfermo aquele que tu amas. E Jesus ouvindo isto, disse: Esta enfermidade não é para a morte, mas para a glória de Deus: para que o Filho de Deus seja glorificado por ela.”
 
“A FIM… glorificado.”  A ressurreição de Lázaro:
 
1)      mostrou o poder divino de Jesus;
2)     provocou os judeus a tentar eliminá-lo pela crucificação (João 11:45-50)
 
Versículo 6
 
“…Demorou,,,” (Conforme as demoras de Jesus em João 2:4; 7:6). NOTA HOMILÉTICA – Duas provas na Escola de Jesus: A) – Prova de fé na Sua palavra:
A) – Prova de fé na Sua palavra. Realmente Maria e Marta confiaram em Jesus: 1) era amigo chegado; 2) amava a Lázaro; 3) ficou informado e prometera que a doença não “era para a morte”, embora o irmão querido tivesse morrido.
B). Prova de lealdade dos discípulos: 1) desafiados a enfrentar novamente a ameaça de morte com Jesus (versículos 7,8); 2) a solução não está na fuga (andar de noite), mas em ficar ao lado de Jesus (andar de dia) e obedecer as Suas ordens (ver a luz). Conclusão: Contra o desespero das irmãs, Jesus dá vida a Lázaro: os discípulos não sofrem nenhum dano; pelo contrário testemunham a ressurreição de Jesus em Jerusalém no primeiro domingo da Páscoa.
Do versículo 3, tiramos: (Bíblia Vida Nova)
Grande Fé – exemplos:
O leproso – Mateus 8:2
O centurião – Mateus 8:10
O líder – Mateus 9:18
O cego – Mateus 9:28
O enfermo – Mateus 14:36
A mulher siro-fenícia – Mateus 15:28
A mulher aflita – Marcos 5:28
Outros exemplos de pessoas de fé:


Calebe – Números 13:30; – Jó 19:25;
Amigos de Daniel – Daniel 3:17;
Daniel – Daniel 6:10,23;
Pedro – Mateus 16:16;
Mulher que era uma pecadora – Lucas 7:50;
Natanael – João 1:49;
Os Samaritanos – João 4:39;
Marta – João 11:27;
Os discípulos – João 16:30;
Tomé – João 20:28;
Estevão – Atos 6:5;
Os Sacerdotes – Atos 6:7;
O Eunuco Etíope – Atos 8:37;
Barnabé – Atos 11:24;
Sérgio Paulo – Atos 13:12;
O carcereiro filipense – Atos 16:31,34;
Os Romanos – Romanos 1:8;
Os Colossenses – Colossenses 1:4;
Os Tessalonicenses – I Tessalonicenses 1:3;
Loide – II Timóteo 1:5;
Paulo – II Timóteo 4:7;
Abel – Hebreus 11:4;
Enoque Hebreus 11:5;
Noé – Hebreus 11:7;
Abraão – Hebreus 11:8,17;
Isaque – Hebreus 11:20;
Jacó – Hebreus 11:21;
José – Hebreus 11:22;
Moisés – Hebreus 11:24,27;
Raabe – Hebreus 11:31;
Gedeão, Baraque, Sansão, Jefté, Davi, Samuel, Os Profetas – Hebreus 11:32,33


AMOR DE CRISTO

Inalterável – João 13:1 “Ora, antes da festa da páscoa, sabendo Jesus que era chegada a sua hora de passar deste mundo para o Pai, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até ao fim”

Divino – João 15:9 “Como o Pai me amou, também eu vos amei; permanecei no meu amor”

Até o sacrifício – João 15:13 “Ninguém tem maior amor do que este; de dar alguém a própria vida em favo r dos seus amigos”.

Inseparável – Romanos 8:35 “Quem nos separará do amor de Cristo? Será tribulação ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou nudez, ou perigo, ou espada?”

Constrangedor – II Coríntios 5:14 “Pois o amor de Cristo nos constrange, julgando nós isto: um morreu por todos, logo todos morreram”

Sacrificial – Gálatas 2:20 “Logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em Mim; e esse viver que agora tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim” (Efésios 5:2).

Ao Pai – Salmo91:14; João 14:31

A Sua Igreja – Cantares 4:8,9; 5:1; João 15:9; Efésios 5:25

Aos que O amam – Provérbios 8:17; João 14:21

AMOR DE CRISTO, MANIFESTADO EM:

Sua vinda para salvar os perdidos – Lucas 19:10

Sua oração pelos seus inimigos – Lucas 23:34

Sua doação a Si mesmo por nós – Gálatas 2:20

Sua morte por nós – João 15:13;  I João 3:16

Sua lavagem de nossos pecados – Apocalipse 1:5

Sua intercessão por nós – Hebreus 7:25; 9:24

Seu envio de Seu Santo Espírito – Salmo 68:18; João 16:7

Sua repreensões e castigos – Apocalipse 3:19

Ultrapassa o conhecimento – Efésios 3:19

Deve ser imitado – João 13:34; 15:12; Efésios 5:2; I João 3:16

AOS CRISTÃOS É

Inextinguível – Cantares 8:7

Constrangedor – II Coríntios 5:14

Inalterável – João 13:1

Indissolúvel – Romanos 8:5

Os cristãos obedientes permanecem nesse amor – João 15:10

Os cristãos obtêm vitórias por meio desse amor – Romanos 8:37

É um escudo para os cristãos – Cantares 2:4

É a base do amor dos cristãos para com Ele – Lucas 7:47

Aos cristãos, será reconhecido até mesmo pelos seus inimigos – Apocalipse 3;9

Ilustrado – Mateus 18:11-13

Exemplificado – para com:

PEDRO – Lucas 22:32,61

LÁZARO, etc – João 11:5,36

SEUS APÓSTOLOS – João 13:1,34

JOÃO – João 13:23

AMIZADE DE CRISTO

João 11:5  “Ora, Jesus amava a Maria, e a sua irmã, e a Lázaro”

João 11:35,36 – “Jesus chorou: Então disseram os judeus: Vede quanto o amava!”

João 13:23 – “Ora, ali estava aconchegado a Jesus, um dos seus discípulos, aquele a quem ele amava”

João 15:15 “Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamados amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai, vos tenho dado a conhecer”

Do versículo 4 tiramos: (Bíblia Nova)

SABEDORIA DE CRISTO

Isaías 11:2 “Repousará sobre ele o Espírito Santo, o Espírito de sabedoria e de entendimento, o Espírito de conselho e de fortaleza, o Espírito de conhecimento e de temor do Senhor”

Mateus 13:54 “E, chegando à sua terra, ensinava-os na sinagoga, de tal sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele”

Lucas 2:40 “Crescia o menino e se fortalecia, enchendo-se de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele”

I Coríntios 1:24 “mas para os que foram chamados, tanto judeus como gregos, pregamos a Cristo, poder de Deus e sabedoria de Deus”

Colossenses 2:3 “Em quem todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento estão para com o nosso Deus e Pai é esta: ocultos”

DEUS GLORIFICADO EM CRISTO

João 13:31 “Quando ele saiu, disse Jesus: Agora foi glorificado o Filho do homem, e Deus foi glorificado nele”

João 14:13 “E tudo quanto pedirdes em meu nome, isso farei, a fim de que o Pai seja glorificado no Filho”

João 17:4 “Eu te glorifiquei na terra, consumando a obra que me confiaste para fazer”

I Pedro 4:11 “Se alguém fala, fale de acordo com oráculos de Deus; se alguém serve, faça-o na força que deus supre, para que em todas as cousas seja Deus glorificado, por meio de Jesus Cristo, a quem pertence a glória e o domínio pelos séculos dos séculos”

FILHO DE DEUS

Mateus 2:15; 3:17; 8:29; 14:33; 17:5; Marcos 1:1; Lucas 1:35; João 1:34; 3:18; 9:35; 10:36; 11:27; Atos 9:20; Hebreus 10:29; I João 4:15

Comentário

Versículo 3 – Não era preciso que Maria e Marta dissessem: “Vem”, porquanto “Aquele que ama, precisa apenas saber” (Bengel).

As irmãs, sem dúvida estavam plenamente cônscias do perigo que ameaçava ao Senhor Jesus em Jerusalém e sabiam que Ele se retirara para a área do outro lado do rio Jordão (ver João 10:40), parcialmente como medida de precaução; por isso mesmo, elas  não se mostraram insistentes em seu pedido, mas creram que a situação seria remediada até mesmo se Jesus ao menos ficasse sabendo do estado de saúde de Lázaro. Não há aqui qualquer sinal de que as irmãs esperassem a ocorrência de uma cura à distância, embora o Senhor Jesus, por essa altura dos acontecimentos, já tivesse efetuado curas dessa natureza; mas parece que esperavam que, de algum modo, sendo Jesus informado, encontraria alguma maneira de ajudar, apesar do perigo pessoal que isso representava para Ele mesmo.

            Este versículo destaca um fato que é mencionado: a realidade do problema do mal, que é justamente uma das lições que se pode aprender neste milagre.

Havia alguma espécie de relação pessoal que se vinha desenvolvendo entre Jesus e Lázaro, um amor e respeito mútuos; e embora Lázaro ocupe este pequeno lugar na narrativa bíblica, contudo, ocupava um grande lugar na vida de Jesus, sendo muito provável que Jesus freqüentasse a casa de Lázaro, em muitas ocasiões (ler o trecho de Mateus 21:17). Porém, a despeito dessa intimidade de laços da amizade, Lázaro ao estava – isento dos sofrimentos que geralmente afligem a humanidade, incluindo aflições graves, que finalmente levaram-no à morte.  Própria família de Lázaro não estava isenta da profunda tristeza causada por esse acontecimento, porquanto todos eles eram pessoas de paixões, dificuldades e tristezas semelhantes às nossas.

            Não existe resposta fácil  para o problema do mal moral e natural. O mal moral é aquele que vem através da vontade pervertida do homem, e o mal natural é aquele que ocorre mediante desastres e catástrofes naturais, como as enchentes, os acidentes, as enfermidades, etc., tudo o que independe da vontade do homem. Com base em observações, vemos que todos sofrem tais coisas, tanto os religiosos com os não-religiosos, e algumas vezes os piedosos até mesmo mais que os pecadores empedernidos. Confiamos, entretanto, que apesar da impossibilidade de sabermos qual a razão de tais sofrimentos, contudo, de alguma maneira, Deus tem um propósito para todas as coisas, e igualmente um remédio final, mesmo que esse remédio final tenha que ser adiado para a outra vida.

A fé participa do quadro, porquanto aceita os desígnios de Deus, ainda que não seja claramente capaz de enxergar os motivos para as coisas (sobre o problema do mal, ver Romanos 3:3-8; e quanto a uma nota sobre a “providência de Deus” ver João 7:6).

TRENCH diz: “Aqueles a quem Cristo ama não estão mais isentos do que os outros de sua parte nas tribulações e angústias terrenas; pelo contrário, estão sujeitos a essas coisas mais certamente que os outros”. Essa declaração situa claramente o problema, embora não deixe qualquer indício sobre a resposta ao mesmo.

VERSÍCULO  4:  Este capítulo encerra algumas implicações importantes, a saber:

1.       Que o destino do crente (ainda que não sejamos obrigados a limitar isso somente aos crentes) está tão intimamente ligado com o de Cristo, o homem representativo daquele que Deus está conduzindo à glória, que os incidentes particulares da v ida de uma pessoa têm uma relação direta para com a glória de Cristo. Firmados em outras passagens bíblicas, ficamos confirmados quanto à veracidade dessa doutrina, porquanto a glória de Cristo não ficaria completa sem aqueles que Deus está conduzindo à glória na qualidade de filhos Seus e irmãos de Cristo. Assim nos ensina o primeiro capítulo da epístola aos Efésios, em sua inteireza, bem como o oitavo capítulo da epístola aos Romanos, o segundo capítulo da epístola aos Efésios e diversos capítulos da epístola aos Hebreus, entre os quais fica em evidência o quarto capítulo, como exemplo mais notável.

      De tudo isso observamos que o destino de Cristo está baseado  de uma maneira indissolúvel ao destino dos homens. O sucesso de seu destino, em conformidade com o plano de Deus, é uma garantia da glória final e do bem-estar dos remidos, porque aquilo que Deus fez em Cristo e através dEle, faz nos homens e através deles, e da mesma maneira. E assim como Ele conferiu ao Senhor Jesus, quando de Sua encarnação, a “vida necessária”, que é a verdadeira imortalidade, assim também Cristo, a transmite a todos quantos se chegam a Ele (assim ensina-nos os trechos de João 5:26 e 6:57). Podemos afirmar por conseguinte, que não há como separarmos Lázaro de Jesus Cristo. Lázaro não podia enfermar e morrer, sem afetar a Jesus; e nenhum milagre poderia ser realizado em favor de Lázaro, que não afetasse o destino de Jesus. Por si mesma, essa vinculação é uma resposta parcial ao problema do mal, posto que nos assegura a vitória final, visto que Jesus foi declarado finalmente vitorioso, por haver vencido ao mundo e à morte, pelo que também, todos quantos compartilham de Sua vida, devem compartilhar, finalmente, de Sua vitória.

2.      Que os acontecimentos, por isso mesmo, não ocorrem por acaso – até mesmo uma enfermidade séria, que causa preocupação intensa, pode servir de meio para redundar em glória para a pessoa de Cristo, e, em conseqüência, para a pessoa envolvida. Por igual modo, depreendemos desse tudo que os acontecimentos, mesmo os adversos, podem ensinar-nos profundas lições espirituais, conduzindo-nos a um desenvolvimento espiritual mais profundo, que seria inteiramente impossível à parte desses acontecimentos muitas vezes incompreensíveis para nós.

3.      Também aprendemos que Deus está conosco, sem importar os testes pelos quais tínhamos de passar, há um propósito e desígnio divinos que governam as nossas vidas, a despeito dos ultrajes que porventura nos assaltem. Essas coisas, pois, ensinam-nos a “providência de Deus” (ver João 2:4; 8:20; 12:23; 13:1; 1:1; 19:28). Estes versículos lembram-nos do trecho de João 9:3, onde algo quase idêntico é dito com respeito ao cego de nascença. Aquela era uma grande aflição, que o homem já vinha suportando muitos anos, desde que nascera; porém, essa aflição é igualmente descrita como algo que foi enviado no caminho do cego de nascença, para que nele pudessem manifestar-se as obras e a glória de Deus. É razoável supormos que nem o ex-cego de nascença e nem Lázaro, após as poderosas obras divinas que neles se cumpriram, teriam ordenado suas vidas de qualquer outro modo, e nem teriam solicitado que suas vidas não incluíssem suas aflições e experiências particulares. Todavia, isso teriam dito só depois do milagre e não antes de haverem cessado seus respectivos sofrimentos, porque a verdade do caso se refletia na atitude que tiveram, após terem sido libertados de sua aflição.

            Uma das lições que nos são ensinadas pela fé é que devemos tentar permanecer nessa atitude de confiança, quando ainda estamos debaixo da aflição, e até o próprio fim, caso não nos seja conferida nunca a libertação nesta existência terrena. Essa fé se fundamenta na confiança de que Deus não se equivoca e que esta vida é uma escola onde aprendemos muitas lições preciosas, sendo algumas dessas lições dificílimas de aprender. Contudo, as lições difíceis, com freqüência são exatamente as de maior utilidade.

            Finalmente, devemos observar que a obra particular que Deus realizou, indicada neste texto, foi produtora de vida; e essa vida, embora física, serviu de símbolo, para o autor do quarto evangelho, do fato que através de Cristo é que nos é administrada a vida espiritual, vida essa que consiste em participar da própria vida divina (ver João 5:26 e 6:57). Não foi exclusivamente por causa de Lázaro que tudo isso foi escrito, mas igualmente por nossa causa, que compartilhamos do mesmo milagre de recebimento de vida, posto ter sido Lázaro um representante do que pode ser feito em favor de todos quantos se aproximam de Deus por instrumento de Cristo. Por conseguinte, o que quer que deus faça em nós e por nosso intermédio, o alvo final é a vida eterna. Todavia, devemos estar

Preparados para evitar nessa vida, em toda a sua plenitude. Este versículo ensina, mui naturalmente, o fato da presciência do Senhor Jesus, porquanto sabia qual seria o resultado do que ocorria, e como Lázaro haveria de ser ressuscitado.

Ora, João, o autor do quarto evangelho, tom a esse conhecimento com um dos sinais do Messias, da autoridade do Senhor Jesus como Messias, porquanto fora revelado – acerca do Messias que ele teria poderes mentais especiais. Provavelmente, o autor considerou isto uma implicação da divindade de Cristo.

CONCLUSÃO:

            A melhor conclusão a que podemos chegar é que, para o crente, a doença pode se tornar uma grande bênção, visto que por ela grandes benefícios nos são trazidos.

PRIMEIRO – ela nos confronta com o fato que somos meros mortais e que toda a riqueza que ajuntarmos nesse mundo, de nada nos servirá no mundo vindouro (Mateus 6:20).

SEGUNDO – ela nos ensina a sermos humildes diante de Deus e diante dos homens; a doença iguala reis e servos, ricos e pobres, cultos e ignorantes, crentes e incrédulos; todos se tornam dependentes da bondade divina.

TERCEIRO – a doença quebra o orgulho dos mais prepotentes, fazendo-os reconhecer que nada são sem o olhar gracioso do Deus Todo-Poderoso.

QUARTO – A doença nos ajuda a testar a veracidade da nossa fé, uma vez que a mera religiosidade, o cristianismo de fachada, o ativismo religioso logo se mostra ineficaz e inoperante para sustentar o espírito de um enfermo; no “cadinho” de Deus, só há espaço para a fé autêntica, a que é dada por Deus como dom gracioso; sim, a doença prova a nossa fé, e destaca o verdadeiro penitente, o genuíno humilde de espírito”.

 

UM CRISTÃO NÃO PERGUNTA; PORQUE?

                              UM CRISTÃO PERGUNTA: PARA QUE?

 

 

EBENEZÉR !!!!!