Os Dois Adventos

 
Autoria do Reverendo Romeu Maluhy, pastor da Igreja Presbiteriana

Publicação autorizada pelo Presbítero Romeu Maluhy Junior, pastor e epíscopo

Agradecimentos de Universal Assembléia da Santa Aliança Cristã

Presbítero Jailson Pereira, apóstolo e epíscopo
CAPÍTULO 5.III

 

III – OS DOIS ADVENTOS

 

Texto Chave: … “Testificando os sofrimentos que a Cristo haviam de vir e a

                              Glória que se lhes havia de seguir” (I Pedro 1:11)

 

            Qualquer pessoa que examinar cuidadosamente as profecias do Antigo Testamento, há de ficar deveras impressionada por encontrar elas duas linhas distintas de predições, com  referência à vinda do Messias, diferentes e aparentemente contraditórias. De um lado, notará profecias revelando a vinda de Jesus ao mundo, em fraqueza e humilhação, como o Varão de Dores, experimentado em trabalhos, como Raiz de uma terra seca, não tendo parecer nem formosura, para que pudesse ser desejado. O seu parecer desfigurado, os seus pés e mãos traspassados, fizeram-no ser abandonado pelos homens e por Deus e ter sepultura com os ímpios. Ver:

            Isaías 53, todo o capítulo                  Daniel 9:26

          Isaias 7:14                                         Zacarias 13:6,7

         Salmo 22:1-18                                   Marcos 14:27

                        Do outro lado, outra linha de profecias prediz a vinda de um Soberano, esplêndido e irresistível, que purificará a terra com juízos terríveis, ajuntará o povo de Israel que está disperso, restaurará o trono de Davi, que terá maior resplendor que teve o do tempo de Salomão, e inaugurará um reino de paz profunda e de justiça perfeita. Ver, como exemplos, as seguintes passagens:

            Isaías 11:1,2, 10-12                              Daniel 7:13,14

            Deuteronômio 30:1-7                            Miquéias 5:2

            Isaías 9:6,7                                           Mateus 1:1

            Isaías 24:21-23                                     Mateus 2:2

            Isaías 40:9-11                                       Lucas 1:31-33

                                             Jeremias 23:5-8

            Na plenitude dos tempos, o cumprimento das profecias messiânicas, segundo Isaías, começou com o nascimento do Filho da Virgem, em Belém, de acordo com a predição de Miquéias, e continuou com um sentido literal perfeito até o cumprimento completo de toda profecia referente à humilhação do Messias.

Mas os judeus não quiseram receber o seu Rei, a forma, por que lhes foi apresentada, “manso e montado sobre um jumentinho, filho de jumenta”, e o crucificaram.

Ver: Zacarias 9:9 e Mateus 21:1-5 etc     João 19:15,16

            Mas jamais devemos concluir que a maldade humana tenha desfeito o firme propósito de Deus, porque os Seus conselhos incluem um segundo advento (segunda vinda) do Seu Filho, quando as profecias acerca da glória terrestre do Messias hão de ter cumprimento, tão preciso e literal como as que se referiam aos Seus sofrimentos terrestres. Ver:

                                                       Oséias 3:4,5                  Atos 1:6,7

                                                         Lucas 1:31-33 (o ver-

                                             sículo 31 já foi literalmente      Atos 15:14-17

                                             cumprido)

            Os judeus eram tardos de coração para crer em tudo quanto os profetas falaram a respeito dos sofrimentos do seu Messias; e n os também somos tardos pára crer acerca da Sua glória.  Sem dúvida alguma, a vergonha maior é nossa, pois é mais fácil crermos que o Filho de Deus virá “nas nuvens do céu com poder e grande glória”, do que como o Bebê de Belém e o carpinteiro de Nazaré. É verdade que cremos nessas verdades porque elas já se consumaram e não porque as profecias as predisseram. Chegou já o tempo em que devemos deixar de repreender os judeus pela sua incredulidade.

Se se indagasse como era possível serem eles tão cegos à significação tão clara de tantas e tantas profecias, a resposta outra não poderia ser senão esta: eles foram, cegos da mesma forma porque tantos cristãos o são igualmente, quanto ao significado de um número elevado de profecias que dizem respeito à glória terrestre do Messias,isto é, pelo processo adotado de espiritualizar as Escrituras. Em outras palavras, os antigos escribas diziam que as profecias referentes aos sofrimentosdo Messias não deviam ser interpretadas literalmente. É o que dizem também os modernos escribas sobre a glória terrestre do mesmo Messias.

            Mas o Segundo Advento é promessa tanto para a Igreja como para o judeu. Entre as últimas palavras de conforto e exortação que nosso Senhor Jesus Cristo dirigiu aos Seus discípulos, perplexos e contristados, antes de haver cumprido a Sua missão sacrificial na cruz, destacam-se estas: “Não se turbe o vosso coração: credes em Deus, crede também em mim. Na casa do meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, eu vô-lo teria dito: vou preparar-vos lugar. “E se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estou estejais vós também”. (João 14:1-3). Nesse texto Jesus fala da sua volta, usando exatamente as mesmas palavras que foram usadas quando da sua ascensão aos céus, que, como sabemos, foi pessoal e corporal. Se dissermos que a sua primeira partida para o céu foi impessoal e espiritual, seremos, sem dúvida, obrigados a aceitar uma interpretação forçada de simples linguagem, pela escritura mais imperiosa e positiva de outras partes da Bíblia. Tais passagens, porém, não existem.

            Não há, entretanto, motivos para duvidarmos deste ponto vital, nem mesmo pelas conclusões racionais, por mais irresistíveis que elas sejam.

            Na ocasião em que o Senhor desaparecia dos seus discípulos, “junto deles se puseram dois varões vestidos de branco, que lhes disseram: Varões galileus, porque estais olhando para o céu? Esse Jesus, que de entre vós foi recebido no céu, há de voltar, assim como para o céu o vistes ir” (Atos 1:10,11). A mesma coisa lemos em I Tessalonicenses 4:16,17 “Porque o Senhor mesmo descerá do céu com alarido, com voz de arcanjo e com trombeta de Deus. E os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens a encontrar o Senhor nos ares e assim estaremos sempre com Ele”.

            Aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo (Tito 2:13).

            Mas a nossa cidade está nos céus de onde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, que transformará o nosso corpo abatido, para ser conforme o seu corpo, glorioso, segundo o seu poder eficaz de sujeitar também a si todas as coisas (Filipenses 3:20,21).

            “Amados, agora somos filhos de Deus e ainda não é manifesto o que havemos de ser. Mas sabemos que quando Ele se manifestar seremos semelhantes a Ele, porque assim como Ele é nós o seremos” (I João 3:2).

            “E eis que cedo venho e o meu galardão está comigo para dar a cada um segundo a sua obra” (Apocalipse 22:12).

            Para esta bendita esperança somos exortados a:

Vigiar – Marcos 13:33,35,37; Mateus 24:42; 25:13;

Esperar – I Tessalonicenses 1:10 e

Estar apercebidos – Mateus 24:44

            A última oração na Bíblia é pedindo que Cristo volte depressa, (Apocalipse 22:12). Por todas as Escrituras acima citadas, podemos concluir, claramente, que a Segunda Vinda será pessoal e corporal. Por isso, jamais temos o direito de afirmar que ela se refere à morte do crente, à destruição de Jerusalém, à descida do…Espírito Santo no Pentecoste e nem mesmo à difusão gradativa do Cristianismo, mas, sim, àquela bendita esperança da Igreja, ou, melhor, o tempo em que os santos que dormem hão de ressuscitar e, juntos com os santos vivos, cujos corpos serão transformados (I Coríntios 15:51,52), serão arrebatados para se encontrar com  o Senhor Jesus nos ares. Nessa ocasião, os santos (cristãos verdadeiros) fiéis serão galardoados pelas obras que realizaram depois da Salvação que receberam e pelo amor do nome de Deus.

            As seguintes Escrituras demonstrarão, de um modo o mais claro possível, o contraste existente entre o primeiro e o segundo advento de Cristo à terra:

 

PRIMEIRO ADVENTO
SEGUNDO ADVENTO
E deu à luz o seu Filho primo
primogênito e envolveu-o em
panos e deitou-o em uma
manjedoura, porque não havia
lugar para eles na estalagem”
(Lucas 2:7)

“Mas agora, na consumação dos
séculos, uma vez se manifestou
para aniquilar o pecado pelo
sacrifico de si mesmo” (Hebreus
9:26).

“Porque o Filho do homem veio
buscar e salvar o que se havia
perdido” (Lucas 9:26)

 

“Porque Deus enviou o seu Filho
ao mundo não para condenar o
mundo, mas para que o mundo
fosse salvo por Ele” (João 3:17)
“E se alguém ouvir as minhas
palavras e não crer, eu não o
julgo: porque eu vim não para
julgar o mundo, mas para salvar
o mundo” (João 12:47).

“Então aparecerá no céu o sinal do
Filho do homem e todas as tribos
da terra se levantarão e verão o
Filho do homem vindo sobre as nuvens
do céu, com poder e grande glória”
(Mateus 24:30)
 
 “Assim também Cristo, oferecendo-se
uma vez para tirar os pecados de muitos,aparecerá segunda vez sem pecado aos que o esperam para salvação” (Hebreus 9:28)
 
 “E a vós, que sois atribulados, descanso convosco, quando se manifestar o Senhor Jesus desde o céu com os anjos do seu poder, como labareda de fogo, tomando vingança dos que não conhecem a Deus e dos que não obedecem ao Evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo” (II Tessalonicenses 1:7,8).
 
 “Porquanto tem demonstrado um dia em que com justiça há de julgar o mundo por meio do Varão que destinou, dando disso certeza a todos, ressuscitando-o dos mortos” (Atos 17:31).
 

 

            O estudante da Bíblia pode multiplicar esses contrastes, quase indefinidamente. Todavia, apresentamos o suficiente para demonstrar que ambas as promessas feitas, tanto a Israel como à Igreja, exigem uma outra volta de nosso Senhor à terra.

Nota:: Aos principiantes do estudo bíblico, será interessante conhecer, embora em resumo, as diversas teorias que aparecem aqui e ali e que se opõem aos ensinos das escrituras sobre a volta pessoal e corporal, ou melhor, sobre a Segunda Vinda de Cristo.

            De um modo claro, chegaremos à conclusão de que as Escrituras referentes à vinda visível e corporal do Filho de Deus no fim da presente Dispensação, são bem distintas das que dizem respeito aos Seus atributos divinos, onisciência e onipotência, em virtude dos quais Cristo sabe todas as coisas e está presente, sempre, em todo e qualquer lugar, segundo afirmam passagens bíblicas, como as seguintes; Mateus 18:20 e 28:20.

            É uma verdade bendita que, nesse sentido, Jesus está sempre conosco, “até a consumação do mundo”.

            Mas o “Homem Cristo Jesus” está agora, pessoal e corporalmente, à destra de Deus, como lemos em Atos 1:9-11 “E quando dizia isto, vendo-o eles, foi elevado ás alturas e uma nuvem o recebeu, ocultando-o aos seus olhos. E estando com os olhos fitos no céu, enquanto Ele subia, eis que junto deles se puseram dois varões vestidos de branco, que lhes disseram: Varões galileus, porque estais olhando para o céu? Esse Jesus, que dentre vós foi recebido no céu, há de vir, assim como para o céu, o vistes ir”.

            Estevão, viu a Cristo no céu: “Mas ele, estando cheio do Espírito Santo, fixando os olhos no céu, viu a glória de Deus e Jesus que estava à direita de Deus e disse: Eis que eu vejo os céus abertos e o Filho do homem, que está em pé, `mão direita de Deus e disse: Eis que eu vejo os céus abertos e o Filho do homem, que está em pé, à mão direita de Deus” (tos 7:55,56).

            “Depois de ter feito a purificação dos pecados, assento-se à direita da majestade de Deus” (Hebreus 1:3b).

            Como ilustração diremos: Durante a guerra franco-prussiana, Von Molthe, por seu gênio e capacidade, e por intermédio de uma rede de fios telegráficos, estava sempre presente em todos os campos de batalha, embora pessoal e visivelmente se achasse em seu escritório, em Berlim. Mais tarde, ainda durante a guerra, ele se ajuntou ao exército, quando se encontrava em frente à cidade de Paris, e todos o puderam ver pessoalmente. Assim acontece com nosso Senhor que, em virtude dos seus atributos divinos, está realmente presente na sua Igreja, agora, mas só será visto pessoalmente na sua Segunda Vinda.

  1. As profecias referentes à volta do Senhor não se cumpriram na descida do Espírito Santo, no dia de Pentecoste, nem nas suas poderosas manifestações de revivificações e reuniões felizes de oração, porque:

a)     Essa interpretação anula, praticamente, a doutrina da Trindade, fazendo do Espírito Santo uma mera manifestação de Cristo;

b)     Na promessa de Jesus, em referência à descida do Espírito Santo, Ele fala na vinda de “outro Consolador” (João 14:16). E em João 16:7, Cristo diz: “Se eu não for, o Consolador não virá para vós, mas, se eu for, enviarvo-lo-ei”.

c)      Os escritores inspirados dos tos, das Epístolas e do Apocalipse afirmaram, depois do Pentecoste, que Cristo voltará, mais de 150 vezes, e sempre usando o verbo no futuro.

d)     Nenhum dos eventos preditos para acompanhar a segunda vinda de Cristo se consumou no Pentecoste. São eles: A ressurreição dos santos que dormem (I Coríntios 15:22,23; I Tessalonicenses 4:13-16); a transformação dos crentes vivos, pela qual eles se “revestirão da incorruptibilidade” e “seus corpos abatidos” deverão ser “semelhante ao corpo glorioso de Cristo”; “o seu arrebatamento para que se encontrem com o Senhor nos ares” (I Coríntios 15:51,52; I Tessalonicenses 4:17; Filipenses 3:20,21) “e a lamentação de todas as tribos da terra, por causa da vinda visível do Filho do homem, em poder e grande glória” (Mateus 24:29,30 e Apocalipse 1:7).

            Esses são os fenômenos que estão associados à segunda vinda de nosso Senhor à terra.  Quando Ele voltar, todos eles hão de se consumar. Nenhum deles se consumou no Pentecoste, nem em qualquer outra manifestação do Espírito Santo.

  1. A conversão de um pecador não é a vinda do Senhor – Achamos que essa Teoria é por demais infantil para ser apresentada como explanação suficiente das profecias referentes à segunda vinda, tão numerosas e circunstanciais. Entretanto, diremos apenas o seguinte:

a) Segundo as Escrituras, o contrário é que é a verdade. A conversão é a vinda do pecador para Cristo e não a vinda de Cristo para o pecador (Mateus 11:18; João 5:40; 7:37; 6:37).

b) Nenhum dos eventos já mencionados, preditos para se consumarem quando o Senhor voltar, acompanha a conversão do pecador.

  1. A morte do crente não é a vinda de Cristo, porque:

a) Quando os discípulos ouviram o Senhor dizer que um deles ficaria até que Ele voltasse, o boato se espalhou entre eles, isto é, “que aquele discípulo não morreria” (João 21:22-24).

b) Os escritores inspirados sempre se referem à morte do c rente como a sua partida. Em nenhum caso é a vinda do Senhor ligada com a morte do crente (Filipenses 1:23; II Timóteo 4:6; II Corintos 5:9). Quando Estevão morria, viu ele os céus abertos e o Filho do homem – não vindo, mas em pé à mão direita de Deus (Atos 7:55,56).

Nenhum dos eventos preditos para se consumarem na volta do Senhor se consuma na morte de um crente.

  1. A destruição de Jerusalém pelos romanos não foi a segunda vinda porque:

a) Em Mateus 24 e Lucas 21, três eventos estão preditos – a destruição do templo, a vinda do Senhor e o fim do mundo (Mateus 24:3). Foi a confusão crassa dessas coisas, perfeitamente distintas, que deu origem à idéia de que o cumprimento de uma seria o cumprimento das demais.

b) O apóstolo João escreveu o Apocalipse depois da destruição da cidade de Jerusalém, mas, não obstante, ainda se referiu à vinda do Senhor, como sendo um evento futuro (Apocalipse 1:4,7; 2:25; 3:11; 22:7,12,20).

A última promessa da Bíblia é: “Certamente cedo venho”. E a última oração é: “Ora vem, Senhor Jesus” (Apocalipse 22:20).

c) Nenhum dos eventos preditos para ocorrerem quando Cristo voltar se realizou quando Jerusalém foi destruída. (I Tessalonicenses 4:14-17; Mateus 24:29-31; 25:31-33 etc).

  1. A difusão do Cristianismo não é a segunda vinda de Cristo, porque:

a) A difusão do Cristianismo é gradual, ao passo que as Escrituras afirmam que a vinda do Senhor será repentina e inesperada (Mateus 24:27, 36-42, 44-50; II Pedro 3:10; Apocalipse 3:3).

b) A difusão do Cristianismo é um processo. As Escrituras falam invariável-mente na vinda de Cristo como um evento;

c) A difusão do Cristianismo leva a salvação aos ímpios, ao passo que a vinda de Cristo, em vez de levar a salvação aos ímpios, casar-lhes-á “repentina destruição” (I Tessalonicenses 5:2;3; II Tessalonicenses 1:7-10; Mateus 25:31-46).

  1. Felizmente, nem as explanações e teorias citadas, embora bastante espalhadas, aparecem nos livros de teólogos de boa reputação d qualquer escola ou denominação, nem são reconhecidas por qualquer exegeta de projeção universal. Uns e outros mantêm a crença na vinda corporal e visível de Cristo na Sua segunda vinda. Tem-se afirmado, muitas vezes, que a segunda vinda de Cristo jamais se pode verificar senão depois da conversão do mundo pela pregação do Evangelho e da sujeição ao reino espiritual de Cristo durante mil anos. Achamos que esse ponto de vista está errado pelas seguintes razões:

a) As Escrituras descrevem claramente qual será a condição da terra na segunda vinda do Senhor – não de bênçãos milenárias, mas de terríveis maldades (Lucas 17:26-32 e Gênesis 6:5-7 e Gênesis 13:13; Lucas 18:8-21, 25-27).

b) As Escrituras descrevem todo o curso da presente Dispensação, do começo ao fim, com termos tais que excluem toda a possibilidade do mundo vir a ser todo convertido (Mateus 13:36-43, 47-50; 25:1-10;
I Timóteo 4:1; II Timóteo 3:1-9; 4:3,4; II Pedro 3:3,4; Judas 17-19).

c) O propósito de Deus na presente dispensação não é a conversão do mundo, mas a dos gentios, dos quais “tomará um povo para o seu nome”. Depois disso, Jesus voltará e então, e não antes, é que o mundo se converterá” (Atos 15:14-17; Mateus 24:14), “em testemunho a todas as gentes” (Romanos 1:5); entre (e não de) todas as nações (Romanos 11:14); “algumas”, “não todas” (I Coríntios 9:22; Apocalipse 5:9); “de toda” e não “de todas”.

d)- Será impossível vigiar e esperar por um evento que sabemos não se pode realizar por mais de mil anos.

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PENSAMENTOS

           

            “Deus deu ao homem dois ouvidos, mas uma única boca – Porque não escutar duas vezes mais do que falamos?”

 

Padrões de: Absoluta honestidade. Absoluta pureza; absoluto altruísmo; absoluto amor.

 

A memória mais poderosa é mais fraca do que a tinta mais apagada (provérbio chinês).

 

“Precisamos é de personalidades guiadas por Deus, para formar nacionalidades guiadas por Deus, a fim de que possamos criar um mundo novo” (Lord Salisbury).

 

PONTE = AMOR DE DEUS EM CRISTO

 

“Jamais esquecer que Deus é Quem faz tudo e nós nada fazemos”.

 

 

EBENÉZER !!!