A Ordem Presbiteral

A Ordem Presbiteral é uma subordem da Ordem Episcopal. E representa a ordenança sagrada estabelecida pelo Senhor Jesus Cristo aos seus apóstolos, enquanto Presbíteros da Igreja.

 

Composição

Presbítero Jailson Mário dos Santos Pereira, epíscopo e pastor
apóstolo, profeta, evangelista, pastor e doutor
Presidente da Ordem Presbiteral

 

Presbitida Arlete dos Santos Pereira, episcopisa e pastora
profetisa, evangelista, pastora e doutora

 

Presbitida Leila Rocha Taboada, episcopisa e pastora
profetisa, evangelista e pastora

 

Presbítero Pedro Queiroz Filho, epíscopo e pastor
evangelista e pastor

 

Presbítero Benedito Junior, epíscopo e pastor
evangelista e pastor

 

Presbitida Gildete Maria Barreto, episcopisa e pastora
profetisa, evangelista e pastora

 

 

Honoríficos da Ordem

Presbítero Romeu Maluhy Junior, epíscopo e pastor
evangelista e pastor

 

 

Da Ordem Presbiteral

A Ordem Presbiteral é a categoria eclesiástica de diaconia especial, na qual a Universal Assembléia, com a autoridade e direção do Espírito Santo de Deus, acolhe, em nome de Jesus Cristo, os Membros que ela reconhece vocacionados para a Diaconia dos Apóstolos, entre os homens, para a Diaconia dos Profetas, para a Diaconia dos Evangelistas, para a Diaconia dos Pastores ou para a Diaconia dos Doutores, entre os homens e mulheres, ordenando-os para o desempenho da missão, os quais o Espírito Santo de Deus constitui por epíscopos sobre o rebanho do Senhor, para apascentar a Igreja de Deus. Os Epíscopos são servos do Senhor Jesus, ministros do Evangelho e constituem-se nos Presbíteros (Anciãos) e Presbitidas (Anciãs) da Igreja.

Compete ao Conselho Apostólico do Sínodo do Primado ou ao seu Presidente estabelecer os princípios, fundamentos, organização e contornos da Ordem Presbiteral.

O aspirante à Ordem Presbiteral permanece na condição de Diácono ou de Irmão e não tem os mesmos direitos do Presbítero ou Presbitida ordenado.

São membros da Ordem Presbiteral os Presbíteros da Universal Assembléia.

Os Conselheiros do Conselho Apostólico do Sínodo do Primado são constituídos supervisores sobre os Presbíteros.

 

Da Admissão À Ordem Presbiteral

A Admissão de aspirante à Ordem Presbiteral, pressupõe a existência de vaga no quadro da ordem, e requer, observando-se as deliberações do Conselho Apostólico:

I –   Que o candidato seja Membro da Universal Assembléia, com participação efetiva, cheio do Espírito Santo de Deus.

II – Prestação de exames, preparados pela Ordem Presbiteral, a serem realizados nos termos das normas estabelecidas pela Universal Assembléia;

III –Recomendação favorável do Sínodo do Patriarcado sob a jurisdição da Universal Assembleia;

IV –Voto favorável, por maioria de votos do plenário do Sínodo do Distrito;

V –  O homem deve cumprir as condições básicas mencionadas na Bíblia Sagrada, em 1 Timóteo 3.1-7 e Tito 1.7-9, pelos seguintes requisitos:

a)    Convém, pois, que o Presbítero seja irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar;

b)   Não dado ao vinho, não espancador, não cobiçoso de torpe ganância, mas moderado, não contencioso, não avarento;

c)    Que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com toda a modéstia, porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus?

d)   Não neófito (que não tem experiência prática), para que, ensoberbecendo-se, não caia na condenação do diabo;

e)    Que tenha filhos fiéis, que não possam ser acusados de dissolução nem são desobedientes;

f)    Porque convém que o epíscopo seja irrepreensível, como despenseiro da casa de Deus, não soberbo, nem iracundo, nem dado ao vinho, nem espancador, nem cobiçoso de torpe ganância, mas dado à hospitalidade, amigo do bem, moderado, justo, santo, temperante; retendo firme a fiel palavra, que é conforme a doutrina, para que seja poderoso, tanto para admoestar com a sã doutrina, como para convencer os contradizentes.

VI –A mulher deve cumprir o conselho do Apóstolo Paulo mencionadas na Bíblia Sagrada, em 1 Timóteo 3.1-7, Tito 1.7-9 e Tito 2:3, pelos seguintes requisitos:

a)    Convém, pois, que a Presbitida seja irrepreensível, esposa de um só esposo e sujeita a seu esposo, bem como vigilante, sóbria, honesta, hospitaleira, apta para ensinar;

b)   Não dada ao vinho, não espancadora, não cobiçosa de torpe ganância, mas moderada, não contenciosa, não avarenta;

c)    Que governe bem a sua própria casa e tendo seus filhos em sujeição, com toda a modéstia, porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus?

d)   Não neófita, para que, ensoberbecendo-se, não caia na condenação do diabo;

e)    Que tenha filhos fiéis, que não possam ser acusados de dissolução nem são desobedientes;

f)    Porque convém que a episcopisa seja irrepreensível, coma despenseira da casa de Deus, não soberba, nem iracunda, nem dada ao vinho, nem espancadora, nem cobiçosa de torpe ganância, mas dada à hospitalidade, amiga do bem, moderada, justa, santa, temperante; retendo firme a fiel palavra, que é conforme a doutrina, para que seja poderosa, tanto para admoestar com a sã doutrina, como para convencer os contradizentes.

VII –Ordenação com a imposição de mãos pelos Presbíteros do Sínodo do Patriarcado para passagem de dons, declaração da palavra de autoridade por meio de orações ao SENHOR, em o nome do SENHOR REI dos reis JESUS CRISTO, onde o irmão recebe a autoridade de Presbítero, e é constituído como epíscopo sobre o rebanho do Senhor, pelo Espírito Santo, para atividade episcopal de apascentar a Igreja, no caso de homem; e a irmã recebe a autoridade de Presbitida, e é constituída pelo Espírito Santo como episcopisa sobre o rebanho do Senhor, para atividade episcopal de apascentar a Igreja de Deus, no caso de mulher.

 

O aspirante à Ordem Presbiteral continua na condição de Irmão e não tem os mesmos direitos do Presbítero ordenado.

O aspirante à Ordem Presbiteral poderá ser nomeado, excepcionalmente, de tempo parcial para atender necessidades da Universal Assembléia, nos termos destes Cânones e do Regimento Interno.

O Primeiro Secretário da Secretaria do Sínodo do Distrito é o responsável pela supervisão, registro e controle da Ordem Presbiteral no Distrito e expede a competente credencial de membro da ordem no seu Distrito.

O Conselho Apostólico do Sínodo do Primado ou o seu Presidente podem consagrar a qualquer tempo Presbíteros à Ordem Presbiteral.

 

Da Ordenação Dos Presbíteros

Eleito um candidato à Ordem Presbiteral, é ordenado Presbítero ou Presbitida.

 

Dos Deveres E Direitos Do Presbítero Na Condicação De Sacerdote  Inativo

Os deveres pertinentes ao Presbítero na condição de sacerdote inativo, são os seguintes:

I –   Aceitar nomeação episcopal;

II – Cumprir as obrigações inerentes à sua nomeação;

III –Aceitar o regime da itinerância;

IV –Frequentar as reuniões da sua Igreja;

V –  Participar dos trabalhos programados como formação continuada;

VI –Comparecer aos institutos e reuniões oficiais;

VII – Comprovar, periodicamente, que está em dia com as contribuições ao sistema de previdência do País.

 

O Presbítero ou Presbitida que não tiver ainda recebido a nomeação episcopal é considerado Presbítero ou Presbitida na condição de sacerdote inativo, para fins de jurisdição nesse Regimento Interno. Ao receber a nomeação episcopal, o Presbítero ou Presbitida é dito Presbítero ou Presbitida na condição de sacerdote ativo.

Os direitos do Presbíteros na condição de sacerdote inativo são os seguintes:

I –   Ser nomeado Presbítero ativo para efetuar a posição de autoridade administrativa na Universal Assembléia segundo as suas normas, quando atuando como despenseiro na Igreja e demais tarefas de cuidados do rebanho do SENHOR, a saber, os Irmãos;

II – Ser Membro nato de seu respectivo Primado, Patriarcado, Distrito, Cidade ou Igreja, segundo a sua posição Episcopal;

III –Membros dos Sínodos dos Patriarcados para os Presbíteros e membro Presbitério, para os Presbíteros em sua Igreja, nos termos desse Regimento Interno;

IV –Transferir-se para outras regiões de governo da Universal Assembléia de mesmo nível, mediante entendimento com os respectivos Sínodos, respeitados o interesse da Universal Assembléia e estes Cânones;

V –  Votar e ser votado para cargos e funções na Universal Assembléia, nos sínodos;

VI –Licenciar-se, na forma prevista nos normativos emitidos pela Secretaria de Pessoas da Secretaria Geral da Secretaria do Sínodo do Primado e estes Cânones;

VII –Apelar para instância superior em grau de recurso;

VIII –Desligar-se voluntariamente da ordem e receber certidão a fim de arrolar-se numa Igreja, sob a jurisdição da Universal Assembléia.

 

Os membros da Ordem Presbiteral que se encontrem licenciados, ou em disponibilidade, não recebem nomeação episcopal.

Os membros da Ordem Presbiteral recebem nomeação episcopal, preferencialmente sem ônus financeiro para a Universal Assembléia.

Não recebem nomeação episcopal os membros da Ordem Presbiteral que se encontrem licenciados, aposentados ou em disponibilidade.

 

Do Afastamento Da Ordem Presbiteral

O membro da Ordem Presbiteral se afasta do serviço ativo por aposentadoria concedida pelo Primado ou Patriarcado à conta da Universal Assembléia ou não, licença ou disponibilidade, passando à condição de inativo, nos termos destes Cânones.

A concessão de aposentadoria, licença ou disponibilidade é regulada nos normativos emitidos pela Secretaria de Pessoas da Secretaria Geral da Secretaria do Sínodo do Primado e estes Cânones.

 

Do Desligamento Da Ordem Presbiteral

O membro da Ordem Presbiteral perde seus direitos quando:

I –   O membro se desliga da Universal Assembléia;

II – Abdica de seus direitos, por livre vontade, e se desliga da ordem oficialmente;

III –Deixa de comunicar-se com sua autoridade imediata respectivo, por 2 (dois) anos consecutivos, estando em disponibilidade;

IV –É excluído da ordem por julgamento;

V –  Não reverte à condição de ativo estando em disponibilidade, conforme normativos emitidos pela Secretaria de Pessoas da Secretaria Geral da Secretaria do Sínodo do Primado.

 

Se o membro da Ordem Presbiteral, por qualquer motivo, dela se desligar e não devolver sua credencial no prazo de 30 (trinta) dias, a Universal Assembléia, por meio de seus órgãos competentes de controle de registros, a declara cancelada e de nenhum efeito, dando publicidade deste ato.

 

Da Readmissão Na Ordem Presbiteral

O ex-membro da Ordem Presbiteral que, por qualquer motivo, dela foi desligado, pode ser readmitido, mediante requerimento, desde que satisfaça os seguintes requisitos:

I –  Estar em pleno gozo dos direitos de membro da Igreja;

II –Ter recomendação do Presidente da Secretaria do Sínodo do Primado, do Conselho Apostólico do Sínodo do Primado ou do Sínodo a que pertenceu;

III –Obter voto favorável, por maioria de votos do plenário do Conselho Apostólico do Sínodo do Primado ou do Sínodo a que pertenceu, ou por ordem do Presidente da Secretaria do Sínodo do Primado.

IV –Que tiver parecer favorável do Conselho Apostólico do Sínodo do Primado, do Presidente da Secretaria do Sínodo do Primado, do Presidente da Secretaria do Sínodo do Patriarcado.

 

O membro da Ordem Presbiteral, excluído por julgamento, pode ser readmitido mediante prova de arrependimento, de novas disposições de vida ou de inculpabilidade, pelo voto de 2/3 (dois terços) do plenário do Presbitério, por decisão da Comissão de Ética e Disciplina do Presbitério.

Ao readmitido ou readmitida na ordem é-lhe restaurada a credencial.

 

Da Admissão Na Ordem Presbiteral De Ministro Ordenado Por Outra Igreja

A Universal Assembléia admite Ministro ordenado de outra Igreja, satisfeitas as seguintes condições:

I –   Apresente sua documentação em perfeita ordem;

II –  Apresente razões que justificam sua admissão na Universal Assembléia;

III –Satisfaça as exigências canônicas para a admissão na Ordem Presbiteral estabelecidas nestes Cânones;

IV –Obtém por pelo menos o voto favorável de 2/3 (dois terços) do plenário do Conselho Apostólico do Sínodo do Primado ou do Sínodo do Patriarcado, após recomendação do Primeiro Secretário da Secretaria do Sínodo do Distrito ou autoridade superior, podendo ser Ordenado por ordem direta do Presidente da Secretaria do Sínodo do Primado, do Conselho Apostólico do Sínodo do Primado ou do Sínodo do Patriarcado.

 

O Ministro ordenado por outra Igreja, que seja acolhido nos termos deste artigo, recebe a imposição de mãos do Presbitério, e a unção com óleo feita pelo Espírito Santo, e declaração da palavra de autoridade por meio de orações, em o nome do SENHOR REI dos reis JESUS CRISTO, na Ordem Presbiteral, perante o Presbitério da Igreja, e recebe da autoridade legal na Igreja em sua Secretaria do Presbitério a credencial que o autoriza a exercer o serviço ordenado.

A admissão, na forma deste artigo, dispensa a exigência de realização do período probatório.

 

Da Eleição Dos Presbíteros A Atividade No Episcopado

Os Presbíteros na condição de sacerdotes inativos nomeados para exercer atividade no Episcopado nos termos do Art. 31 do Estatuto, passam a servir como Presbíteros na condição de sacerdotes ativos e são responsáveis pela unidade de orientação doutrinária, supervisão das atividades pastorais e das atividades administrativas e demais funções estabelecidas nestes Cânones e por outras a eles atribuídas pelo Primado e pelo Patriarcado.

Para a eleição do Presbítero à condição de sacerdote ativo, aplicam-se os seguintes critérios, observando-se as deliberações do Conselho Apostólico:

I –   No ato do processo de escolha, o Presbítero deve cumprir as condições básicas mencionadas na Bíblia Sagrada, em 1 Timóteo 3.1-7 e Tito 1.7-9, pelos seguintes requisitos:

a)     Convém, pois, que o Presbítero seja irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar;

b)     Não dado ao vinho, não espancador, não cobiçoso de torpe ganância, mas moderado, não contencioso, não avarento;

c)     Que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com toda a modéstia, porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus?

d)     não neófito (que não tem experiência prática), para que, ensoberbecendo-se, não caia na condenação do diabo;

e)     Que tenha filhos fiéis, que não possam ser acusados de dissolução nem são desobedientes;

f)      Porque convém que o epíscopo seja irrepreensível, como despenseiro da casa de Deus, não soberbo, nem iracundo, nem dado ao vinho, nem espancador, nem cobiçoso de torpe ganância, mas dado à hospitalidade, amigo do bem, moderado, justo, santo, temperante; retendo firme a fiel palavra, que é conforme a doutrina, para que seja poderoso, tanto para admoestar com a sã doutrina, como para convencer os contradizentes.

II –    Estar habilitado a pelo menos uma das seguintes Diaconias: Diaconia dos Apóstolos, Diaconia dos Profetas, Diaconia dos Evangelistas, Diaconia dos Pastores e Diaconia dos Doutores.

 

Para a eleição às Presbitidas, na condição de sacerdotisa ativa, aplicam-se os seguintes critérios, , observando-se as deliberações do Conselho Apostólico:

I –   No ato do processo de escolha, a Presbitida na condição de sacerdotisa inativa deve cumprir o conselho do Apóstolo Paulo mencionadas na Bíblia Sagrada, em 1 Timóteo 3.1-7, Tito 1.7-9 e Tito 2:3, os seguintes requisitos:

a)     Convém, pois, que a Presbitida seja irrepreensível, esposa de um só esposo e sujeita a seu esposo, bem como vigilante, sóbria, honesta, hospitaleira, apta para ensinar;

b)     Não dada ao vinho, não espancadora, não cobiçosa de torpe ganância, mas moderada, não contenciosa, não avarenta;

c)     Que governe bem a sua própria casa e tendo seus filhos em sujeição, com toda a modéstia, porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus?

d)     Não neófita, para que, ensoberbecendo-se, não caia na condenação do diabo;

e)     Que tenha filhos fiéis, que não possam ser acusados de dissolução nem são desobedientes;

f)      Porque convém que a episcopisa seja irrepreensível, coma despenseira da casa de Deus, não soberba, nem iracunda, nem dada ao vinho, nem espancadora, nem cobiçosa de torpe ganância, mas dada à hospitalidade, amiga do bem, moderada, justa, santa, temperante; retendo firme a fiel palavra, que é conforme a doutrina, para que seja poderosa, tanto para admoestar com a sã doutrina, como para convencer os contradizentes.

II –    Estar habilitada a pelo menos uma das seguintes Diaconias: Diaconia dos Apóstolos, Diaconia dos Profetas, Diaconia dos Evangelistas, Diaconia dos Pastores e Diaconia dos Doutores.

 

O número de vagas é determinado pela Secretaria do Sínodo do Patriarcado, ouvida a Secretaria do Sínodo do Primado e à vista do Plano Missionário aprovado, que contém as áreas reservadas aos Presbíteros.

Além do governo dos Patriarcados, dos Distritos, das Cidades, das Igrejas e dos Campos Missionárias, os Presbíteros podem ser designados para outras tarefas especiais de necessidade da Universal Assembléia, como, por exemplo, o comando das Secretarias do Presbitério.

Os Presbíteros eleitos à atividade como sacerdotes ativos são empossados em culto especial, presidido pelo Presidente da Universal Assembléia ou representante designado, em data e local estabelecidos por este.

Os Presbíteros eleitos, estando na condição de sacerdotes inativos, tomam posse em data e local estabelecidos pelo Conselho Apostólico do Sínodo do Primado, pelo Presidente da Universal Assembléia ou por representante designado, quando passam à atividade como Presbíteros na condição de sacerdotes ativos.

 

Da Competência Dos Presbíteros Na Condição De Sacerdote Ativo

Compete aos Presbíteros, na condição de sacerdote ativo, sob a ação do Espírito Santo de Deus:

I –   Consagrar e ordenar os Presbíteros e os Diáconos, quando requerido pelo Primado;

II – Relatar ao Primado e ao Patriarcado;

III –Zelar pela unidade de orientação doutrinária e pastoral das Igrejas;

IV –Executar tarefas atribuídas pelo Primado e outras previstas nestes Cânones.

 

Os Presbíteros podem ser nomeados para funções próprias do cargo e outros trabalhos fora da região para os quais foram designados.

 

Dos Direitos E Deveres Dos Presbíteros Na Condição De Sacerdote Ativo

São direitos dos Presbíteros, na condição de sacerdote ativo:

I –   Ser membro da Ordem Presbiteral, respeitados os dispositivos canônicos;

II – Receber nomeação episcopal, desde que haja necessidade de aproveitamento de seu trabalho;

III –Observadas as normativas aprovadas pelo Conselho Apostólico do Sínodo do Primado ou pela Secretaria do Sínodo do Primado.

IV – Ter participação ativa na Universal Assembléia;

V –  Utilizar-se dos bens e serviços colocados à disposição pela Universal Assembléia;

VI –Ser respeitado, amado e protegido;

VII – Receber os sacramentos, observadas as Ordenações Litúrgicas;

VIII –Participar dos cultos e de atividades espirituais, sociais, recreativas e culturais;

IX –   Receber instrução religiosa, orientação e assistência espiritual.

 

São deveres dos Presbíteros, na condição de sacerdote ativo:

I –   Cumprir o Estatuto e o Regimento Interno da Universal Assembléia;

II – Realizar os cultos, reuniões e atividades das Igrejas;

III –Defender a fé cristã, e obedecer a todas as instâncias hierárquicas da Universal Assembléia;

IV –Manter conduta ética, pessoal e profissional, compatível com as responsabilidades cristãs;

V –  Respeitar e cumprir as decisões do Primado;

VI –Manter relações de urbanidade e respeito com os membros da Universal Assembléia;

VII –Jamais seguir a qualquer líder, Presbítero ou Diácono que tente criar tumulto, rebeliões ou divisões na Universal Assembléia contra o Primado.

 

Da Vacância, Afastamento E Impedimento Dos Presbíteros

Ocorrendo a vacância no cargo de um Presbítero, o Presbitério convoca uma reunião extraordinária para eleição de Presbítero ou Presbitida, ou é feita a nomeação diretamente pelo Conselho Apostólico do Sínodo do Primado ou pelo seu Presidente, segundo o Art. 31 do Estatuto.

O afastamento ocorre quando o Presbítero ou a Presbitida se desliga do exercício do cargo.

O impedimento ocorre quando o Presbítero ou a Presbitida se considera suspeito em decisão que deva tomar ou orientar, que julgue por bem alegar, que possa prejudicar sua isenção ou o equilíbrio da decisão.

Ocorrendo o impedimento, é solicitada a participação da autoridade administrativa imediatamente superior, em substituição temporária, ou de Presbítero ou de Presbitida designado pela autoridade competente.

As funções do Presbítero ou Presbitida designado interinamente se encerram na data do retorno do Presbítero ou Presbitida afastado ou impedido das suas funções.

O afastamento e o impedimento são comunicados ao Presidente do Patriarcado para os efeitos desta legislação, salvo se estiver impossibilitado de fazê-lo, quando, então, a sua declaração é suprida pelo Sínodo do Patriarcado.