Aprenda a Depender do Espírito Santo

 
Autoria do Reverendo Romeu Maluhy, pastor da Igreja Presbiteriana

Publicação autorizada pelo Presbítero Romeu Maluhy Junior, pastor e epíscopo

Agradecimentos de Universal Assembléia da Santa Aliança Cristã

Presbítero Jailson Pereira, apóstolo e epíscopo
 
CAPÍTULO 3

 

APRENDA A DEPENDER DO ESPÍRITO SANTO

 

FOLHAS SECAS – Don Hills (publicado em “Mensagem da Cruz” nº 34 com permissão da Revista Missionary Crusader)

Por que será que não há vida nas folhas de nosso testemunho, nem frutos nos ramos de nossa vida?

            Seria maravilhoso se não existisse a necessidade de um avivamento especial para nenhum de nós. Graça sem medida, cálice transbordante, mesa no deserto, rios de água viva, vida abundante, fruto que permanece, plenitude de alegria, ser mais do que vencedores – todas estas cousas nos são prometidas na Palavra de Deus, e são operadas em nós pelo outro Consolador que Jesus prometeu aos seus discípulos, conforme João 16:7, sim, pelo Espírito Santo. Na prática, entretanto, as grandes palavras do vocabulário da nossa experiência são: tristeza, sequidão, desinteresse, desobediência, pecado, desânimo e derrota.

Os crentes de todas as épocas parecem viver períodos de avivamento intercalados com tempos de baixo nível espiritual. Além disso, o fato de a Bíblia dar as bases para avivamentos indica a necessidade deles. Os crentes que estão com folhas secas, provavelmente se enquadram em uma ou mais categorias seguintes:

1ª – Aqueles cujo culto a Deus é frio. Houve uma boa igreja, que sabia que a principal regra da vida cristã é amar a Deus de todo o coração, e que recebeu a seguinte reprimenda do Senhor: “Tenho, porém, contra ti que abandonaste o primeiro amor” (Apocalipse 2:4). Um discípulo forte, que foi tentado a deixar de fora o elemento do amor em sua devoção a Deus – mas não mais do que nós somos tentados – ouviu de Jesus a seguinte pergunta: “Simão, filho de João, amas-me mais do que estes outros?” Talvez esta natureza de “Pedro” que existe em todos n os, exija que cada um faça a si próprio a mesma pergunta. Feliz é o homem que reconhece sua necessidade de um novo fervor por Deus; feliz o homem que “suspira pelas correntes das águas” e que vai à Palavra de Deus com uma determinação insaciável.

2ª – Aqueles que andam em impureza – É muito fácil e de um perigo sutil para nós crentes, o cedermos um pouco diante dos ventos da transigência ética. Como Ananias e Safira, nós racionalizamos nossas menores desonestidades.. Afinal, todo mundo faz isto, e ninguém vai ficar sabendo mesmo. E com esta pequena chance que lhe damos, a larva da impureza começa a corroer as raízes da nossa frutificação. Feliz é o homem que mantém sua conta-corrente em dia com Aquele que ordenou: “Sede santos, porque eu sou santo”.

3ª – Aqueles cuja obra não obedece às prioridades de Deus – “Se não vamos a parte alguma, qualquer estrada serve”,  diz um provérbio. Não há nada que nos cause maior frustração do que não chegarmos ao nosso destino. Muitas vezes, nós temos desperdiçado este precioso dom que é o tempo, fazendo as coisas boas, em vez de fazermos as que são excelentes. Como aquele soldado cuja única responsabilidade era vigiar um prisioneiro, temos que confessar: “Enquanto eu estava ocupado fazendo outras coisas, ele escapou”. Nosso erro em não dar o primeiro lugar às coisas principais, tem nos causado a perda de muitas melhores oportunidades da vida. Além disso, tem secado muitas folhas, e diminuído a frutificação de inúmeros crentes. Feliz é o homem cuja obra é poderosamente motivada pela prioridade da glória de Deus e da salvação do homem.

Aqueles cuja luta é sem poder. Não há palavras mais tristes que as que foram escritas a respeito de Sansão: “Ele não sabia que já o Senhor se tinha retirado dele”. Ele e o rei Saul são exemplos para nós, quanto aos perigos de enfrentarmos as batalhas da vida confiados em nossas próprias forças. Ambos tinham recebido poder, mas o desperdiçaram em campanhas inúteis. E quem nunca agiu como Sansão e Saul em uma ou outra situação? Feliz é o guerreiro cristão que reconhece que em Cristo está a sua fonte de poder, confia nela e sai do campo de batalha mais do que vencedor.

            É possível que muitos se enquadrem em uma ou mais dessas categorias acima mencionadas. Se reconhecermos isto, já teremos metade da vitória.

Entretanto, se o reconhecimento desta verdade não for seguido de arrependimento e separação do erro, não dará nova vida.às folhas de nosso testemunho, nem para brotar frutos nos ramos de nossa vida.

            Os renovadores e revigorantes rios de água viva estão mais perto de nós do que pensamos. Ainda não é tarde de mais para nos inclinarmos e bebermos deles. “Venha a mim e beba”, é o convite de Jesus Cristo a todos que estão cansados de suas folhas secas.

 

 

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